Sexta-feira, 28 de Abril de 2006
É já amanhã

Posso pedir músicas?

I Don't know what I can save you from...

publicado por Laura Abreu Cravo às 18:08
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Planos para este fim de semana


publicado por Laura Abreu Cravo às 18:00
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Memo to Myself
É escusado discutir com o empregado da loja, visivelmente mais feminino do que eu, porque é que o vestido vermelho que estou a experimentar, apesar de lindíssimo, me parece manifestamente exagerado para uma noite comum de primavera.


publicado por Laura Abreu Cravo às 14:57
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A propósito de "Cinema" fez-se música a sério. Sem fitas.

*Fotografia roubada daqui, (com um especial agradecimento e um beijo).

publicado por Laura Abreu Cravo às 10:53
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Quinta-feira, 27 de Abril de 2006


publicado por Laura Abreu Cravo às 17:19
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Horário nobre confessional ou Momento-telenovela-Tvi-do-dia
Será laura que aquele amor que vives alguma vez te deu um momento assim?
Será que alguma vez alguma de nós o irá sentir?
Mas será tambem que a dita senhora alguma vez sentiu esse amor?
Sera que não nos apercebemos das coisas só depois de as perdermos?

Em resposta à minha amiga Mariana:

(i) Não se chama amor àquilo que eu vou vivendo. Chama-se Efeito Emocional Adverso (EEA), ou seja, a sobrevivência às repercussões externas das modificações resultantes da alteração de estado de alma causadas por ELE, que tenham efeitos negativos significativos na composição, resistência ou produtividade dos meus momentos de felicidade e/ou no funcionamento dos sistemas psico-sociais onde me movimento e/ou ainda sobre a minha saúde e o meu bem-estar. E sim, o EEA já me deu momentos em que genuinamente achei que ia sufocar de tanta felicidade, como se ela não coubesse neste espaço pequeno e empoeirado que são as minhas catacumbas sentimentais.
(ii) Não podemos ter sentido o mesmo que aquele homem enquanto não partilharmos uma vida com o outro. Não me refiro a momentos, mas a todos os momentos. E mesmo assim, pode nunca ser esse o efeito que a partilha venha a ter em nós.
(iii) Não sei se esta mulher sentiu o mesmo que ele, como muitos de nós nunca saberemos se fomos verdadeiramente retribuídos na real e absoluta dimensão dos nosso sentimentos. Mas, de facto, a ideia de que um homem que passou a vida ao lado dela a recorda desta maneira, é, no mínimo, uma boa razão para não nos contentarmos com a mediocridade nas relações. O amor não é, nem pode ser, um monovolume ou um utilitário citadino de baixo consumo. A amor só vale a pena se atingir as velocidades e elegância de um desportivo de grande porte com linhas arrojadas e que consuma muitos e muitos litros a cada 100 km (mesmo que de sangue suor e lágrimas)...
(iv) Não, eu, pelo menos, tenho noção de que me apercebi das coisas muito antes de as sequer ter tido, e talvez por isso elas não tenham realmente chegado a ser minhas. A verdade e a imagem crua do outro, sem artifícios, pode ser, no amor, mais castradora do que a traição ou défice de sentimentos quando bem disfarçados.


publicado por Laura Abreu Cravo às 15:14
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Receita para afastar os fantasmas do costume.

Junte duas das pessoas que realmente interessam e almoçe com elas AQUI, num dia como este.
Obrigada meninos!

publicado por Laura Abreu Cravo às 15:01
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Na minha jukebox mental há uma semana
The Weight of My Words

There are very many things
I would like to say to you, but
I've lost my way and
I've lost my words.
There are very many places
I would like to go, but
I can't find the key to open my door.
The weight of my words
you can't feel it anymore. (...)

The Kings of Convenience

publicado por Laura Abreu Cravo às 10:47
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Quarta-feira, 26 de Abril de 2006
Não sei se é mel ou cicuta. Só que é verdade.
"Confessional

Só o possível é confessional. O impossível é (talvez) literatura."

Retirado daqui.

publicado por Laura Abreu Cravo às 17:17
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Mel com Cicuta aconselha
Ordem e Progresso, já arrumado nos favoritos.

publicado por Laura Abreu Cravo às 13:46
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Laura Abreu Cravo
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