Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2007
Epitáfio
Dizia frequentemente que estava a morrer de sono, sede, cansaço ou fome. Morria de vontade, de falta de paciência, de tédio. Nunca se lhe ouviu dizer que morresse de amores por alguém. Tinha uma disciplina espartana no que diz respeito a estratrificar as suas prioridades para efeitos de sobrevivência.


publicado por Laura Abreu Cravo às 19:42
link do post | comentar |

As mulheres complicadas são como os puzzles de 2500 peças a preto e branco. Até se pode achar muita graça à imagem que vem na parte de fora da caixa, mas só se tem tempo para lidar com uma coisa daquelas nas férias.


publicado por Laura Abreu Cravo às 19:31
link do post | comentar | ver comentários (1) |

O óbvio
Olhar o óbvio, identificar o óbvio, dissecar o óbvio e, obviamente, afastá-lo depois.


publicado por Laura Abreu Cravo às 16:17
link do post | comentar |

Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007
Em questões de política externa e noutras que, na vida, assumam idêntica importância, um só princípio orientador: não negociar com terroristas.


publicado por Laura Abreu Cravo às 16:36
link do post | comentar |

As mulheres vivem uma vida inteira a tentar provar ao mundo que são únicas e especiais, mas, inevitavelmente, perdem-se de amores pelo primeiro que as faça sentir uma miúda como as outras.


publicado por Laura Abreu Cravo às 16:35
link do post | comentar |

Domingo, 25 de Fevereiro de 2007
Na jukebox mental
Uma música para ler. Franz Ferdinand.


"Walk Away"


I swapped my innocence for pride
Crushed the end within my stride
Said 'I'm strong now I know that I'm a leaver"
I love the sound of you walking away
Mascara bleeds a blackened tear
And I am cold
Yes I'm cold
But not as cold as you are
I love the sound of you walking away

Why don't you walk away?
No buildings will fall down
Why don't you walk away?
No quake will split the ground
Why don't you walk away?
The sun won't swallow the sky
Why don't you walk away?
Statues will not cry

I cannot turn to see those eyes
As apologies may rise
I must be strong and stay an unbeliever
And love the sound of you walking away
Mascara bleeds into my eye
I'm not cold
I am old
At least as old as you are
As you walk away

And as you walk away
My headstone crumbles down
As you walk away
The Hollywood wind's a howl
As you walk away
The Kremlin's falling
As you walk away
Radio 4 is static
As you walk away

The stab of stiletto
On a silent night
Stalin smiles
Hitler laughs
Churchill claps
Mao Tse-Tung
On the back


publicado por Laura Abreu Cravo às 20:22
link do post | comentar |

Da representação voluntária
Quando a coisa se torna, em matéria de emoções, demasiado intrincada, porque não recorrer a um procurador que possa, com o distanciamento dos profissionais, representar os nossos interesses, poupando-nos a alguns momentos desagradáveis? E, por mais cómodo que pudesse parecer, teríamos nós coragem de lhe conferir mandatos com poderes especiais para o acto?


publicado por Laura Abreu Cravo às 20:09
link do post | comentar |

Tradições
Os truques mais velhos do mundo não são os truques mais velhos do mundo por acaso. São-no porque resultam (quase) sempre. E resta perceber se padecem de mera inocência ou de presunção tola os que julgam que lhes conseguem estar imunes.


publicado por Laura Abreu Cravo às 20:06
link do post | comentar |

Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2007

[No fim das escadas do Sacré-Ceur, quem desce, estava este carrocel]

Andar de carrocel? está bem, vamos lá. Mas podiam, ao menos, não nos obrigar a entrar com o carrocel em andamento. Já tropecei três vezes, caí para cima da zebra, do cavalo e do leão e vejo poucas hipóteses de escapar à fúria do rinoceronte que está a olhar para mim de esguelha. No carrocel ou na vida, o importante é ter noção do perigo e ossos resistentes.


publicado por Laura Abreu Cravo às 14:57
link do post | comentar | ver comentários (1) |

Take the day Off


A marca de cosméticos que habitualmente uso tem um desmaquilhante chamado “Take the day Off”. A ideia é que, ao chegar a casa, aquele produto espumoso em contacto com a água tépida nos retire da cara os efeitos de todo um dia. Não deixa de ser interessante a ideia de haver qualquer coisa que, ao fim do dia, nos tire da cara, do semblante e dos ombros o peso que o mundo nos deixou. Infelizmente, a Clinique só pensou nas impurezas, na maquilhagem, nas agressões causadas pelo clima. Quem é que vai apagar os sinais visíveis (ou não) das agressões causadas pela humanidade com quem somos obrigados a cruzar-nos?


publicado por Laura Abreu Cravo às 12:25
link do post | comentar | ver comentários (4) |

Laura Abreu Cravo
Em@il
Na Jukebox Mental

Pesquisar
 
Outros Venenos
31 da Armada
Revista Atlântico
Últimas Entradas

O Mel Com Cicuta acabou

Dos princípios vergados a...

Da falta de saídas profis...

O rei da selva

Vamos lá falar de coisas

O primeiro dia do nosso V...

A Corte

...

Por Deus, façam cerimónia...

Vai haver muita foto nest...

Arquivos

Outubro 2011

Julho 2010

Junho 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Julho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

blogs SAPO
Subscrever feeds