Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009
Efeitos do Prós e Contras de ontem:

Estou cansada, sonhei que a Dona Fátima Campos Ferreira me queria obrigar a casar com um Dr. Vaz Pato que lá estava aproveitando o facto de "até já termos um padre", acordei meio surda da gritaria, mas aquelas 2 horas tiveram em mim o efeito imediato de querer:

 

(i) conceder imediatamente o direito ao Miguel Vale de Almeida de casar com quem quiser, pela lição de civilização, clareza e honestidade com que apresentou a sua posição.

(ii) obrigar Isabel Moreira e a Fernanda Câncio a casarem uma com a outra.

(iii) explicar ao adorável Padre Vaz Pinto que devia ter ficado em casa, de pijama, a assistir e a comer pipocas, já que a Igreja não tem de se pronunciar sobre um contrato civil (casamento civil) mas sobre um sacramento (matrimónio).

(iv) dar graças a Deus por aqueles três senhores que falaram pelo não (um advogado, um professor universitário e um membro da associação de famílias — peço desculpa, mas não fixei os nomes) já estarem casados e não poderem, desse ponto de vista, representar um perigo abstracto para mais ninguém (hetero ou homossexual).

 
Quando me tiver informado sobre alguns pormenores técnicos, voltaremos mais detidamente ao assunto.


publicado por Laura Abreu Cravo às 18:08
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
Um passo de cada vez

 

Está sol lá fora e isto acabou de chegar. Por hoje, basta-me.

 



publicado por Laura Abreu Cravo às 14:33
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Imaginem uma rapariga feliz. Essa rapariga feliz vê-se, por imperiosas circunstâncias da vida, a braços com a organização de um evento. A subcontratação não surgiu como hipótese. A locomotiva festivaleira começa o seu trajecto. Localização, comida, bebida e roupa a usar. Estes parecem os pontos com os quais alguém, neste caso, pode legitimamente justificar a perda de horas de sono. De repente, a locomotiva toma vida própria, ganha velocidade e começam a chover questões como as flores, o bolo, o fotógrafo, as lembranças, a decoração. Quando afirmamos que não vai haver metade desses tarecos olham-nos como se estivéssemos a profanar sepulturas e acusam-nos de estarmos a querer organizar uma festa como se fossemos simplesmente frequentá-la como convidados.

Permitam-me um pequeno esclarecimento: eu sou uma rapariga simples. Quero um espaço bonito, um vestido arrasador e comida e bebida para partilhar com os amigos como nos jantares lá de casa. Trabalho a desoras e tenho uma fracção limitada de atenção para dispensar a coisas que não sejam realmente essenciais. Flores? Com certeza, mas não precisamos de instalações ou testemunhos de artes plásticas. Lembranças e bolo? Não me lembro de haver aniversários, mas, em havendo, solicitamos que os amigos dos aniversariantes providenciem o que acharem relevante a expensas suas. No mais, e caso achem que me está a escapar algum pormenor, façam uma gentileza: não me digam, não informem, tratem do assunto sozinhos e surpreendam. Ou calem-se para sempre (pelo que muito serão apreciados). Posto isto, vamos só ali reunir com o catering e tentar convencer aquelas pessoas que tudo o que tenha nome estrangeiro e seja feito com recurso a expedientes como a fusão de alimentos é bom para aulas de química das crianças, mas não para alimentar gente com fome que vai passar uma noite a dançar.



publicado por Laura Abreu Cravo às 17:02
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
(Mais) uma campanha negra

Depois deste post nunca mais vi M&M's na máquina automática da cafetaria do meu escritório. Sem ideia sobre que forças ocultas possam ter intervindo na sequência do meu lamento, aproveito para informar (se não for abuso) que os Maltesers disponíveis são incrivelmente mais enjoativos. Se a ideia é matar-me, eu passo a vir todos os dias com um saquinho de plástico piroso cheio de fruta. 



publicado por Laura Abreu Cravo às 17:47
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Laura Abreu Cravo
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