Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008
O capital

Fui à Fnac com uma lista de cerca de 10 cds pretendidos. Nem um disponível. Um esgotado, nove eram material de importação disponível a pedido e com meses de espera. Um rapaz simpático explica-me que a cadeia de lojas pretende centrar-se cada vez mais no material com “alta rotação”. Imaginei rock ainda mais estridente do que o meu. Nada disso. Alta rotação, para a Fnac, significa não aquecer na prateleira; ou seja, produtos altamente procurados. Livros e Cds? Nem ver. Gadgets, é esse o género de produto altamente rotativo. Explicaram-me ainda que, a breve trecho, as secções de livros e cds deverão limitar-se a uma prateleira com clássicos. O resto da loja? Um paraíso do consumo para o nerd da electrónica e audisovisual. Voltei para casa a praguejar e quebrei a minha promessa de nunca inaugurar o precedente das compras online. Abracei a Amazon com sofreguidão e esperei a sensação apaziguadora de que me falavam com entusiasmo os convertidos (que seria receber os cds 3 dias depois). Já vamos em duas semanas. E eu a ver os mapas com destinos possíveis para emigração. Ou os catálogos com a discografia do Tony Carreira.

 



publicado por Laura Abreu Cravo às 16:49
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Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008
Newman. Mas não apenas.



publicado por Laura Abreu Cravo às 12:57
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Mudar de casa é um pouco mais do que acomodar uma considerável quantidade de tarecos em caixotes. É ver o esqueleto despido daquilo que era o nosso conforto e começar do zero noutro lado; arrancar o nosso corpo às rotinas de sempre e, lentamente, introduzir novos hábitos; ver caras novas que se tornarão familiares e esquecer as outras de todos os dias. Deixar Campo de Ourique e abraçar o Chiado. E tudo o resto.



publicado por Laura Abreu Cravo às 12:52
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Nunca consegui demonstrar grande entusiasmo pelos tão apreciados ambientes familiares. Primeiro, porque me parece que os ambientes familiares devem ser vividos em família; segundo, porque a maioria das pessoas acha que um ambiente familiar é sinónimo de permissão para um ambiente doméstico. E Deus me livre de conviver com o que os outros fazem das suas portas para dentro.



publicado por Laura Abreu Cravo às 12:44
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Laura Abreu Cravo
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